Nasci em Lisboa - Alcântara em 20/09/1949, comecei a trabalhar com treze anos num escritório e tirei o Curso Comercial Nocturno na Escola Comercial Ferreira Borges. Fui dirigente da JOC-Juventude Operária Católica sendo responsável da secção de Alcântara e liderei vários grupos de jovens, bem como me dediquei à realização de espectáculos culturais desportivos e recreativos. Contribui na investigação para várias monografias. Desempenhei funções de Técnico Administrativo e de Legislação Laboral. Fui Juíz Social no Tribunal Tutelar de Menores.
Fundei e presidi á APROS-Associação de Educação e Promoção Social de Santos-o-Velho.
Fundei e presidi á ADUFF-Associação Dinamizadora da Urbanização de Fernão Ferro.
Durante 5 mandatos (20 anos) desempenhei em regime de permanência a função de Presidente da Junta de Freguesia de Fernão Ferro.
Sou atualmente deputado da Assembleia Municipal do Seixal e Conselheiro da Comissão Municipal de Segurança do Municipio do Seixal.
Como interesse cultural, gosto de visitar a museus, castelos, igrejas e outros monumentos em Portugal e na Europa.
Como desporto, neste momento limito-me a viajar de Autocaravana.
Lata de café de 5Kg da Firma Joaquim Caetano, Lda
Situada na Rua Antero de Quental nº 43 a 47 Lisboa com o nº de telefone 4.8728
Contém belissimas litografias salientando a tampa alusiva a João Gonçalves Zarco - Descobridor da Ilha da Madeira
Lata de Café de 5Kg da firma António Gomes Martins, Lda
Situada na Praça du Bocage nº77 a 82 - Setúbal com o telefone: 382
As litografias são muito bonitas dado que retrata a Praça du Bocage e um monumento aos combatentes da grande guerra.
Na tampa tem uma litografia com o monumento alusivo à Luisa Tody
Trata-se de um bonito bule com publicidade ao Café Recreio de Lisboa que se situava no Largo Silva e Albuquerque nº15 Lisboa O Largo Silva Albuquerque foi suprimido em 1946 e situava-se junto à parte Sul do Palácio do Marquês de Alegrete na Rua da Mouraria e que vulgarmente se designa por Largo Martim Moniz
Largo Silva e Albuquerque e o Palácio Marquês de Alegrete em 1946
Embora o consumo de café actualmente seja uma bebida vulgarizada, até meados do séc. XX o seu consumo em estabelecimentos comerciais era praticamente uma exclusividade das classes mais altas e estudantes. No interior do país o café era uma bebida base da alimentação, não em todas as casas. Era confeccionada através da infusão de mistura de cáfé, cevada e chicoria. Para a sua confecção eram utilizadas cafeteiras, os pucaros de barro e só mais tarde, especialmente nos escritórios, começou a ser utilizada a cafeteira italiana e os balões de vidro. Como curiosidade, revela-se que nos pucaros de barro para o café acentar a borra, colocava-se no seu interior uma braza retirada da lareira. Nas imagens podemos ver alguns utensilios que se deverão comparar com outros que, na mesma época se utilizavam nos países da Europa Central.