segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
CASA MACÁRIO
CASA MACÁRIO FUNDADA EM 1913 É UMA DAS PRESTIGIADAS MERCEARIAS FINAS
Situa-se na Rua Augusta, 272 - LISBOA. CELEBRA ESTE ANO OS 100 ANOS.
NOS ANOS 20, A CASA MACÁRIO DEDICAVA-SE ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE AO COMÉRCIO DE CHÁS E CAFÉS, ESCOLHENDO OS SEUS PRODUTOS NOS MELHORES LOTES QUE PROVINHAM DAS ANTIGAS COLÓNIAS PORTUGUESAS, DEDICAVA-SE À TORRA, MOAGEM E VENDA DOS PRODUTOS.
PÉROLA DO ROSSIO
A CASA DE CAFÉ A PÉROLA DO ROSSIO É UMA LOJA HISTÓRICO-EMBLEMÁTICA DA CIDADE DE LISBOA. SITUA-SE NA PRAÇA D. PEDRO IV, 105 - LISBOA.
FUNDADA EM 1923, POR MÁRIO LOPES MORAES, A PÉROLA DO ROSSIO PERMANECE NAS MÃOS DA MESMA FAMÍLIA HÁ TRÊS GERAÇÕES.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
PANELA PARA FAZER CAFÉ
Uma bela e rara panela para fazer café "turco" em chapa esmaltada. O recipiente com água era colocado em cima do fogareiro a petróleo, quando a água estava a ferver, adicionavam-se algumas colheres de café, de cevada ou de chicória, mexia-se e deixava-se assentar o pó do café, de seguida servia-se.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
MERCEARIA DE LUÍS RAIMUNDO - ESTREMOZ
MERCEARIA DE LUÍS RAIMUNDO - Rua 5 de Outubro, 16 - ESTREMOZ (encerrada)
Esta foto, trata-se de um postal editado pela mercearia e retirado do blogue de Hernani Matos "DO TEMPO DA OUTRA SENHORA".
O texto seguinte também foi adaptado do referido blogue.
CAFÉ - O AROMA COMEÇAVA LOGO ALI A POVOAR-NOS AS NARINAS E A REVELAR OU NÃO A SUA QUALIDADE.
O café era moído na frente do cliente ou retirado de uma lata hermética com uma "corredora" metálica.
O café era fornecido ao cliente dentro de um cartucho de papel acizentado (papel pardo). O caixeiro batia o cartucho em cima da pedra mármore do balcão, a fim do café assentar. Depois era aferido o peso, colocando ou retirando café do saco até o ponteiro da balança indicar o peso pretendido pelo cliente. Depois era o ritual do fecho do cartucho, que ficava imponentemente vertical, com o vago ar de prisma paralepipedico, com duas orelhas de papel. Por vezes o fecho era reforçado com um cordel ou guita de algodão, que se encontrava num novelo ou numa bobina, acondicionado num porta cordel (ver exemplar da minha coleção neste blogue). O corte era feito com mestria, com um peculiar e rápido esticão com as duas mãos.
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